a tradição já, quase, não é o que era
não consigo dissociar as festas de despedida habitualmente feitas aos grandes jogadores de futebol, dos discursos inflamados, das salvas de prata dedicadas, das criancinhas de mão dada com o homenageado, das substituições sem limite e de uma pessoa sentada no 'banco' a fazer de conta que é treinador.
amanhã, rui costa, um profissional de excelência em todos os aspectos, vai disputar os seus 'últimos' 90 minutos num jogo 'à séria', ou seja, num enquadramento a condizer com tudo o que ele protagonizou no futebol português e mundial: competitividade, seriedade, beleza, fair-play, empenho e querer vencer.
tudo diferente, não fora o facto do treinador da sua equipa...ser 'a brincar'.
amanhã, rui costa, um profissional de excelência em todos os aspectos, vai disputar os seus 'últimos' 90 minutos num jogo 'à séria', ou seja, num enquadramento a condizer com tudo o que ele protagonizou no futebol português e mundial: competitividade, seriedade, beleza, fair-play, empenho e querer vencer.
tudo diferente, não fora o facto do treinador da sua equipa...ser 'a brincar'.

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