Sábado, Maio 10, 2008

a tradição já, quase, não é o que era

não consigo dissociar as festas de despedida habitualmente feitas aos grandes jogadores de futebol, dos discursos inflamados, das salvas de prata dedicadas, das criancinhas de mão dada com o homenageado, das substituições sem limite e de uma pessoa sentada no 'banco' a fazer de conta que é treinador.
amanhã, rui costa, um profissional de excelência em todos os aspectos, vai disputar os seus 'últimos' 90 minutos num jogo 'à séria', ou seja, num enquadramento a condizer com tudo o que ele protagonizou no futebol português e mundial: competitividade, seriedade, beleza, fair-play, empenho e querer vencer.
tudo diferente, não fora o facto do treinador da sua equipa...ser 'a brincar'.